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24ª Conferência Bahia e Sergipe começa em tom de unidade

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O auditório do Hotel Portobello ficou lotado na noite desta sexta-feira (13/5), para a abertura da 24ª Conferência dos Bancários da Bahia e Sergipe. No primeiro evento presencial após a pandemia da covid-19, as falas das lideranças mostraram o tom de unidade que deve reger os debates, tendo com centro, a defesa dos direitos da categoria e também da democracia.

A mesa de abertura foi coordenada pelo presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Hermelino Neto, e contou também com as presidentas dos sindicatos de Sergipe e Camaçari, Ivânia Pereira e Thaíse Mascarenhas, respectivamente. Completaram a mesa ainda, o presidente do Sindicato da Bahia Augusto Vasconcelos; o secretário Geral da Federação Emanoel Souza, representando a CTB, e o diretor do Sindicato do Extremo Carlos Eduardo Coimbra, representando a CUT.

Os deputados federais comunistas Daniel Almeida e Alice Portugal não puderam comparecer ao evento, mas enviaram mensagens em vídeo, saudando os participantes e desejando sucesso ao evento.

Em sua fala, a presidenta do Sindicato de Sergipe, Ivânia Pereira, prestou uma homenagem aos bancários e familiares que faleceram em virtude da covid-19 e também aos que venceram bravamente a doença.

Já Augusto Vasconcelos, reforçou a importância da campanha salarial dos bancários para outros trabalhadores, uma vez que todo o país observa o reajuste e os direitos que a categoria conseguiu, como parâmetros para a própria luta. Afinal, a Convenção Coletiva dos bancários abrange todo o país.

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Defesa da democracia

O presidente da Feebbase, Hermelino Neto, ressaltou a gravidade do momento vivido no país e a reafirmou a necessidade dos trabalhadores discutirem as eleições gerais de outubro, com a mesma seriedade e esforço que dedicam à campanha salarial. “Nós temos que fazer este ano o debate econômico e o debate sobre o futuro do Brasil, da democracia e da soberania nacional. Precisamos apontar caminhos para derrotar este governo antipovo e antitrabalhador”, afirmou.

A defesa da democracia como pauta principal para os trabalhadores também foi defendida pelo representante da CUT Carlos Eduardo Coimbra e da CTB Emanoel Souza. As centrais têm marchado juntas para derrotar o governo Bolsonaro e reverter o desmonte da Constituição e dos direitos trabalhistas e sociais.

Isso se reflete na principal deliberação da Conferência da Classe Trabalhadora- Conclat, realizada em abril, a luta por emprego, direitos, democracia e vida.

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