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Bancos não se importam com bancários e clientes

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A onda de demissões e fechamento de agências mostra que os bancos não se importam com o bem estar dos funcionários e dos clientes e, muito menos, com as consequências desta postura para a economia do país.

Em 2020, os bancos privados demitiram mais de 12 mil trabalhadores, mesmo após assumirem o compromisso público de não demitir durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. Neste período, apostaram também no fechamento de agências, obrigando os clientes a se deslocarem cada vez para mais longe em busca de atendimento presencial.

Atacado pelo governo Bolsonaro, o Banco do Brasil anunciou que seguirá o mesmo caminho, abrindo um programa de demissão voluntária (PDV) para desligar cerca de 5 mil funcionários, além de fechar 112 agências apenas no primeiro semestre de 2021. A postura prejudica toda a sociedade, pois o banco é essencial para diversos setores da economia.

Na Caixa, o governo também investe no corte de pessoal. O déficit gerado pelos sucessivos PDVs já ultrapassa os 19 mil empregados, o que tem prejudicado o atendimento à população que precisa dos serviços do banco. Isso ficou ainda mais evidente durante a pandemia, quando milhares de pessoas se aglomeraram em filas nas portas das agências em busca do auxílio emergencial.

Adoecidos e sobrecarregados, os bancários seguem na luta contra as demissões, enquanto a população sofre com a queda da qualidade do serviço prestado nas agências. Os banqueiros são os únicos que lucram com esta situação.

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