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Feebbase e sindicatos vão ampliar ações contra reestruturação no BB

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Ampliar a mobilização em todas as frentes para impedir a implementação do plano de reestruturação e o desmonte do Banco do Brasil. Essa foi a principal deliberação da plenária virtual realizada na noite desta quinta-feira (14/01), pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e os sindicatos filiados.

“Foi uma plenária muito representativa, com a participação de mais de 350 pessoas, entre trabalhadores e lideranças de todas as bases sindicais dos dois estados. As falas, inclusive de muitos bancários de base, demonstraram a preocupação com o processo em curso, que ameaça empregos e também a saúde de quem permanece no banco”, ressaltou o presidente da Feebbase, Hermelino Neto.

Após os debates, os participantes aprovaram algumas propostas para colocar em ação e levar para o debate na reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários (CEEBB), que acontece na próxima terça-feira, 19 de janeiro.

A plenária do BB da Bahia e Sergipe definiu que os sindicatos atuarão contra a reestruturação em três frentes: sindical, política e setor empresarial; as entidades vão envolver a população através de abaixo-assinado pela manutenção das agências e em defesa dos direitos dos bancários; os sindicatos darão ainda suporte jurídico aos bancários afetados pelas medidas; orientarão também que os trabalhadores a venda zero coordenada e não operar o TAA.

Os representantes da Bahia e Sergipe levarão também para a reunião da CEE a proposta de estado de mobilização com indicativo de greve e a criação de uma campanha unificada para usar redes sociais, denunciando o desmonte do banco.

Reestruturação

Na segunda-feira (11/01), a direção do Banco do Brasil anunciou um plano de restruturação que prevê o fechamento de agencias e outras unidades, além de um Plano de Demissões Voluntários (PDV) que tem por meta dispensar 5 mil trabalhadores do banco, entre outras medidas consideradas muito ruins.

O plano prevê mudanças em 870 pontos de atendimento por meio do fechamento de agências, postos de atendimento e escritórios e a conversão de 243 agências em postos. Também estão previstas a transformação de oito postos de atendimento em agências, de 145 unidades de negócios em Lojas BB, além da relocalização e 85 unidades de negócios e a criação de 28 unidades de negócios. O PDV prevê duas modalidades de desligamento: o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), para o que a direção do banco considera excessos nas unidades; e o Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), para todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos.

O banco também quer fazer mudanças no atual modelo e remuneração dos caixas executivos, que deixariam de ter a gratificação permanente a passariam a ter uma gratificação proporcional apenas aos dias de atuação, se houver.

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