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Bancos X poupadores, acordo no STF pode levar disputa ao fim

A disputa bilionária entre poupadores e bancos sobre as perdas das cadernetas de poupança nos planos econômicos, caminha para uma solução. A expectativa é de que, nas próximas semanas, seja marcada uma reunião entre as partes envolvidas para sacramentar um acordo, com aval do Supremo Tribunal Federal (STF). O valor total do acordo, no entanto, ainda está em aberto.

Há alguns anos, a consultoria contratada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) chegou a citar R$ 341 bilhões como o passivo das instituições financeiras, caso elas perdessem o julgamento no STF. Autoridades da área econômica já falaram em R$ R$ 150 bilhões.

As associações de poupadores calculam valores bem menores. Tanto o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) quanto a Frente Brasileira pelos Bancos (Febrapo) falam em montantes próximos de R$ 10 bilhões ou R$ 11 bilhões.

O valor final pode ser reduzido, já que o acordo pressupõe um “desconto” do que será efetivamente pago aos poupadores. Além disso, o pagamento pode ser parcelado, já que envolver valores na casa dos bilhões.

Foi a Advocacia-Geral da União (AGU) quem começou a costurar o acordo do STF com representantes das partes interessadas. A principal preocupação do Banco Central é que os valores a serem pagos pelos bancos tragam algum tipo de instabilidade para o Sistema Financeiro Nacional.

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