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Brasil supera 620 mil mortos por covid

O Brasil passou a marca de 620 mil mortos pela covid-19 neste domingo (9/1). De acordo com dados do consórcio de imprensa, consolidados às 20h, foram registrados 50 óbitos em decorrência da doença do novo coronavírus. O que elevou o total de vidas perdidas no país para 620.031. A média móvel de mortes também subiu e foi 28% maior do que o total de duas semanas atrás, com 123 óbitos.

O dado aponta para uma tendência de alta nas mortes e nos casos da doença. Ao todo, 23.504 novos casos foram confirmados nas últimas 24 horas, elevando mais de 22,5 milhões o total desde o início da pandemia no Brasil. A média móvel de casos registrados dos últimos sete dias, de 33.146, é a maior desde 23 de setembro do ano passado.

Os números divergem do compilado neste domingo pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Isso porque, até às 18h, o órgão não havia recebido dados de cinco estados. Mas apesar das diferenças, o levantamento também confirma a tendência de alta dos casos de covid-19 no Brasil, com aumento de 329% em relação à semana anterior de 27 de dezembro a 2 de janeiro.

Diagnóstico dos hospitais
Em meio à aceleração dos casos no Brasil, pacientes já relatam dificuldades para a realização de testes de covid-19 e influenza em laboratórios particulares e farmácias. Com isso, em São Paulo, por exemplo, a fila de espera chega a três dias e o prazo está cada vez mais longo para os resultados. Já no setor público, funcionários se queixam de hospitais lotados, demora no atendimento e carga horária exaustiva.

A alta procura explica a demora. Segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), a busca por testes de covid aumentou em 50% na semana entre 27 de dezembro e 2 de janeiro em relação à semana anterior. O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), médico e ex-ministro da Saúde, alerta que a testagem é uma das principais recomendações para o controle da pandemia de covid. “Desde o começo da pandemia, muito antes de ter a vacina, uma das principais prioridades da Organização Mundial de Saúde sempre foi testar”, observa à repórter Júlia Pereira.

“Porque se a pessoa sabe que está positiva (para a doença), ela se compromete mais em fazer o isolamento. E assim reduzir o risco de transmissão entre familiares e pessoas do trabalho. Muitas vezes o trabalhador só consegue a dispensa do trabalho se tiver o teste da covid positivo. Mesmo se ele tiver os sinais e sintomas que apontam o risco dele ser um transmissor para outros, o patrão só o libera para ficar em casa, se tiver o teste positivo. E o correto é ficar pelo menos 10 dias em isolamento a partir que o teste dê positivo”, completa.

Fonte: Rede Brasil Atual

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