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Com Temer, pobres ficam mais pobres e ricos mais ricos

O economista Márcio Pochmann voltou a bater no governo Michel Temer, com mais de 90% de desaprovação, de acordo com algumas pesquisas oficiais, e o mais rejeitado desde a redemocratização.

"Quase 30 meses de aplicação do receituário neoliberal pelo governo Temer indicam no Brasil: 1. pobres mais pobres e ricos mais ricos; 2. produção mais primarizada e ocupação mais precária; 3. dívida pública crescente e desordem fiscal; 4. estagnação econômica e desemprego massivo", escreveu o estudioso no Twitter.

O discurso de Temer de que tiraria o Brasil da recessão não se concretizou. Entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro de 2018, a parcela de atividades consideradas em crise (moderada e intensa) aumentou de 26% para 36% em 93 ramos industriais investigados num levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Outro indicativo é que País teve ao menos duas vezes este ano (2018) a nota de crédito rebaixada por duas agências de risco (Standard & Poor's e Fitch).

O Brasil ainda tem quase 13 milhões de desempregados e cerca de 63 milhões de brasileiros estão com o nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), segundo estatísticas da própria instituição.

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