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Cresce o número de trabalhadores que ganham até um salário mínimo

A lenta retomada do emprego, que está sendo sustentada pela informalidade, também vem acompanhada de mais um dado absurdo: o salário mínimo se tornou o teto para 27,3 milhões de trabalhadores.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pela consultoria Idados, referente ao trimestre encerrado em setembro de 2019.

O novo teto para um terço dos trabalhadores também está apoiado na informalidade, ou seja, além de serem remunerados com um valor injusto, perdem a proteção.

Vale ressaltar que o salário mínimo previsto para esse mesmo período era de R$ 3.980,82. De acordo com estimativa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico (Dieese), esse era o valor necessário para atender a todas as necessidades básicas (moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social).

Além disso, a diferença salarial entre demitidos e admitidos aumentou nos últimos meses do ano passado, o que aponta que o aquecimento do mercado ainda não recuperou o vigor de antes.

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