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Dia internacional de combate à LGBTfobia

O 17 de maio tem grande simbologia para o movimento LGBTQ+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outros). Nesta data, no ano de 1990, com a exclusão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), a homossexualidade deixou de ser uma doença pela ciência e passou a ser trada como expressão da sexualidade humana. O marco é celebrado por pessoas e Organizações Não Governamentais (ONG’s) em todo o mundo.

No Brasil, o Dia de Combate à homofobia foi instituído por decreto presidencial no dia 04 de junho de 2010. Apesar dos avanços na conquista por direitos, inclusão social e no mercado de trabalho, os crimes contra pessoas LGBT+ são recorrentes em todo o país.

Segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a população LGBT+ do Brasil sofre, dentre outras, da violência psicológica, discriminação, violência física, violência institucional, negligência e violência sexual. Além disso, as ONG’s estimam que a cada 19 horas um LGBT+ é assassinado ou se suicida vítima da LGBTfobia.

Neste 17 de maio de 2019, a população LGBT+ está voltada mais do que nunca à conjuntura política. As declarações do presidente Jair Bolsonaro, que já afirmou que ter filho gay “é falta de porrada” demonstram ódio, despreparo e falta de sensibilidade para liar com questões sociais.

Durante o Dia Internacional de Combate a LGBTfobia, acontecem em todo o país, caminhadas, encontros, palestras e debates com representantes da comunidade LGBT+, para discutir ações de promoção e defesa da diversidade, e o combate ao preconceito e a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.

Por Rafael Santos

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