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Encontro do Recôncavo debate prioridades por bancos

O Encontro dos Bancários do Recôncavo e Baixo Sul teve espaço também para os debates específicos por banco. A política ultraliberal do governo Bolsonaro, com inflação descontrolada e crise econômica, pode ser um entrave nas negociações. Mas, nos bancos públicos, controlados por Bolsonaro e Paulo Guedes, as discussões podem ser ainda mais duras.

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A atual política de gestão no BB, BNB e Caixa é de assédio moral. A cobrança por metas é absurda. Os bancários ainda precisam lidar com a sobrecarga de trabalho, decorrente do déficit de pessoal.

Nos bancos privados mais problemas. O Santander avança com a terceirização e a retirada de direitos. O Bradesco amplia as demissões, assim como o Itaú. Tudo isso afeta a saúde dos trabalhadores, cada dia mais adoecidos.

Não é à toa que a categoria bancária está no todo das que mais se afastam por problemas de saúde. Antes, a imensa maioria desenvolvia LER/Dort. Hoje, são as doenças psicológicas que mais preocupam. Destaque para a síndrome de Burnout, transtorno de ansiedade e depressão.

Os assuntos foram debatidos pelo diretor da região da Chapada, Aroldo Celso, a secretária-geral, Jussara Barbosa, diretor da região do Recôncavo, José Jorge e diretor de Comunicação, Adelmo Andrade, além do secretário-geral da Federação da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, que tratou sobre a atual conjuntura e a campanha salarial.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.

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