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Funcef não garante redução de equacionamento

Apesar dos bons resultados divulgados no balanço anual de 2018, a Funcef não garantiu a redução do plano de equacionamento. A Fundação apresentou o primeiro superávit desde 2010, registrado em R$ 1,3 bilhão. Além disso, o resultado dos investimentos chegou a R$ 6,6 bilhões, com a rentabilidade consolidada de 11,08% frente à meta de 8,09% (INPC + 4,5%).

A notícia preocupa os participantes, pois a Funcef informou que a eventual queda das contribuições extraordinárias, a partir de 2020, dependerá dos resultados positivos deste ano. Em novembro, os dados já apontavam um superávit e os trabalhadores estavam ansiosos para saber se ocorreria a revisão dos planos de equacionamento, que atingem milhares de participantes do Reg/Replan Saldado e Não Saldado.

O bom momento dos investimentos estruturados, como os FIPs Neo Energia (Belo Monte) e Barcelona, foi responsável pelos bons resultados na Funcef. Em 2018, a rentabilidade dos investimentos estruturados foi de 18%, das operações com participantes (Credplan) ficou em 13,07%, da renda variável chegou a 12,96% e da renda fixa chegou a 10,13%. O desempenho da Vale (R$ 1,47 bilhão) foi destacado pela fundação durante o anúncio do balanço, divulgado nesta terça-feira (02/04).

Sobre a implementação da resolução nº30 do CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar), a Funcef informou que vai aguardar consulta feita à Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar). A medida deu aos fundos de pensão a opção de ampliar o período e o número de parcelas das contribuições extraordinárias.

Fonte Seebba

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