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GT de Saúde do Itaú debate programa Recomece

O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú debateu, na última quinta-feira (9/5), o programa Recomece, voltado para todos os funcionários que estão aptos a voltar ao trabalho, após afastamento por problemas de saúde, mas necessitam de um retorno gradual. A apresentação foi feita pela área de medicina ocupacional do banco.

Os trabalhadores que ficaram mais de 180 dias afastados entram no programa automaticamente e os que ficaram menos de 180 dias, só entram no programa após indicação médica. A validade do programa é de 15 dias e pode ser ampliada a 30 dias. O acompanhamento é feito pelo banco, orientado por uma assistente social e também um tutor, que pode ser o próprio gestor do trabalhador.

Os representantes dos bancários no GT criticaram o programa do Itaú, que reduziu para 15 a 30 dias, o tempo de acompanhamento previsto na cláusula 43 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que é de 6 meses a um ano. Outro ponto questionado é o acompanhamento pelo gestor e não pela medicina ocupacional do banco.

O GT entende que o programa poderá cumprir uma importante função em alguns casos. Porém, quando o afastamento for por doença relacionada ao trabalho, principalmente, quando causado por problemas de gestão, ter a figura do gestor como responsável pela readaptação ou como tutor não é a melhor escolha.

Os bancários reclamaram também da falta de negociação para construção do Recomece e o Itaú propôs um calendário para discussão do programa antes da implementação.

Com informações da Contraf.

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