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Inflação alta atinge a população mais carente

Quando a economia está enfraquecida, a corda sempre arrebenta no lado dos que têm menor renda. O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos (R$ 2.495), foi de 0,67% em março, acima da taxa registrada em fevereiro (0,49%). O indicador acumula alta de 1,77% no ano e 5,42% em relação aos últimos 12 meses. Os dados são da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Quatro das oito classes de despesa integrantes do IPC-C1 tiveram aumento: transporte público (0,22% para 1,27%), alimentação (0,97% para 1,23%), vestuário (-0,4% para 0,61%) e educação, leitura e recreação (-0,24% para 0,1%).

Cesta básica
A cesta básica em Salvador teve aumento de 5,35% (R$ 382,35) em março, de acordo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). A mais cara foi registrada em São Paulo, chegando em R$ 509,11. Mas o maior aumento percentual foi registrado em Brasília, elevação de 11,09% e passou a custar R$ 474,94.

Os IPCs são calculados com base em preços coletados em sete capitais: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador. A taxa do IPC-C1 em março superou as taxas observadas pelo IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor–Brasil), que apura a variação da cesta de compras para todas as faixas de renda. O IPC-BR registrou inflação de 0,65% em março e 4,88% em 12 meses.

Fonte: Seebba

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