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Mobilizações marcam dia de luta em Salvador

As mobilizações continuam a acontecer nas agências bancárias da Bahia. O Sindicato percorreu mais de 500, com o objetivo de chamar atenção para o atual cenário nacional e alinhar a estratégia da campanha salarial. Todos devem estar cientes que a agenda neoliberal é imposta pelo poder econômico, sobretudo o sistema financeiro.

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Quarta-feira (11/07), a conversa foi com bancários das unidades do Comércio. Como este ano é diferente, o primeiro depois da reforma trabalhista e ainda de eleição, o papo foi reto. A situação não está nada boa para o trabalhador, inclusive o bancário. Tudo reflexo da agenda neoliberal cumprida à risca pelo governo e o Congresso Nacional dominado amplamente por parlamentares que representam o grande capital.

Para se ter ideia, entre os 513 deputados da Câmara Federal, menos de 100 defendem as causas sociais e dos trabalhadores. Os demais estão a serviço das grandes empresas. É possível citar os casos de Eduardo Cunha e Rodrigo Maia, que tiveram a campanha patrocinada pelo Bradesco.

Isso explica os retrocessos vividos desde 2016, como a terceirização irrestrita, a reforma trabalhista, a mudança na política de reajuste do combustível, que elevou a gasolina em quase 50% em apenas 12 meses, o desmonte dos bancos públicos e demais estatais.

Por enquanto, realmente não há o que comemorar. O Brasil vive um período muito ruim. "O fim da ultratividade, por exemplo, é a face mais perversa da nova legislação trabalhista, pois os direitos assegurados pelo acordo coletivo perdem validade depois de 31 de agosto", afirma o presidente licenciado, Augusto Vasconcelos. Mas, os bancários podem ajudar a mudar o cenário. Primeiro com ampla mobilização e unidade durante a campanha salarial e, depois, nas urnas.

Fonte: Seeb Bahia.

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