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No Brasil, qualidade de vida é para poucos

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constatou que o IPQV (Índice de Perda de Qualidade de Vida) no Brasil era de 0,158 entre 2017 e 2018. O indicador, que reflete as profundas desigualdades, como o racismo e outros males característicos do capitalismo, vai de 0 a 1 e, quanto maior, pior.

No caso da área rural (IPQV de 0,246), a perda era 1,5 vez maior do que a média nacional e 1,7 vez maior do que na área urbana (IPQV de 0,143). Resultado que demonstra claramente o aprofundamento das desigualdades. A perda de qualidade de vida das pessoas com menor renda supera em mais de quatro vezes a dos mais ricos.

As regiões Norte e Nordeste possuem os piores índices. Além disso, o IBGE apontou que as perdas de negros e mulheres foram maiores. Os resultados são consequências dos anos estudados (2017 e 2018) da política ultraliberal imposta no país com o governo Temer, através de retrocessos na legislação trabalhista e no sistema de seguridade social, aumento do desemprego e da precarização das relações entre capital e trabalho.

Com Bolsonaro, a situação deve piorar, já que a fome atinge, pelo menos, cerca de 20 milhões de pessoas e mais de 116 milhões vivem em situação de insegurança alimentar.

Fonte: Sindicato dos Bancários Bahia

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