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Oposição quer estender auxílio emergencial, mas governo resiste

No Congresso Nacional, a oposição deseja estender a duração do pagamento do auxílio emergêncial, voltado para trabalhadores informais ou que se enquadram em determinados pré-requisitos. O governo federal resiste com a ideia.

A princípio, serão pagas três parcelas do auxílio, no valor de R$ 600. Porém, a oposição considera três parcelas insuficientes para ajudar a população mais vulnerável, porque a pandemia e a recomendação de isolamento social devem se estender por mais tempo. O intuito é amenizar as dificuldades financeiras de quem teve o trabalho e o sustento afetados pela pandemia.

Não há previsão de os projetos irem à votação no Congresso. A ordem do Ministério da Economia é acompanhar a situação e não mudar a duração do auxílio agora. A pasta também considera irresponsável a discussão, já que o país não tem dinheiro para arcar com a ampliação.

No momento, apenas a primeira parcela do auxílio emergencial foi paga, beneficiando 50 milhões de trabalhadores. A segunda parcela, prevista para ser creditada em abril, ainda não foi paga. Nesta quinta (14/05), a Caixa completa duas semanas sem liberar novos créditos do auxílio emergencial.

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