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Seeb Sergipe protesta contra venda do Balcão de Seguros do Banese

Na segunda-feira (17/1), o Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) fez protesto contra a intenção da direção do Banco do Estado de Sergipe (Banese) de iniciar o fatiamento do banco com a venda da carteira de seguro, hoje gerenciada pela Banese Corretora.

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Fundada há mais de 40 anos, a lucrativa corretora pertence à Caixa de Assistência dos Empregados (as) do Banese, que disponibiliza variados produtos como Seguro de Acidentes Pessoais, Seguro de Vidas, Seguro Automóveis, Seguro Banese Card, Seguro para Celulares e Equipamentos Eletrônicos, Seguro Eventos, Seguro Renda Garantida, Seguro Residencial, Seguro Viagem, Consórcio, Capitalização Banese, Previdência Privada.

“O Banco do Estado de Sergipe é uma empresa que administra diversificados produtos, como os seguros da Corretora Banese. Essa corretora tem realizado grandes negócios e gerado alta rentabilidade para o Banese e para o Estado de Sergipe, contribuindo para as políticas sociais estaduais. É responsável pelo financiamento e apoio ao Instituto Banese, Museu da Gente Sergipana e contribui com vários outros projetos sociais, culturais e com o próprio banco. Fruto dos negócios realizados, a corretora repassa dividendos para o Banese de mais de R$ 120 milhões, anualmente. Uma empresa que nunca deu prejuízo. Não é justificável, no momento como esse, a venda desse balcão de seguros para uma empresa privada. Segundo informações que nos chegaram, as três concorrentes interessadas são do Sul do país, que vêm realizar negócios e levar o dinheiro para seus estados. Por tudo isso, o Sindicato dos Bancários fará uma batalha política e judicial para impedir a venda da Corretora Banese”, afirma a presidenta do SEEB/SE, Ivânia Pereira.

Apelo ao governador

Durante o ato, Ivânia Pereira fez um apelo ao governado Belivaldo Chagas para que o mesmo impeça a concretização da venda do balcão da seguradora. A proposta de venda foi apresentada ao Conselho de Administração do Banese, no último dia 14. Também baneseana, Ivânia Pereira lembrou que Belivaldo Chagas, no ato de posse do cargo, garantiu que não permitiria enfraquecer ou privatizar o Banese. Não acreditamos que o Governador tomará alguma decisão que contribua para enfraquecer a instituição com a venda da carteira de seguros, a qual vem contribuindo enormemente com o financiamento de políticas sociais do governo estadual”, afirmou Ivânia Pereira.

A sindicalista também apelou para os conselheiros. “Os conselheiros serão responsáveis por matar não apenas uma empresa lucrativa, mas também por inviabilizar o plano de saúde financiado pelos próprios empregados, que criaram a Corretora Banese para dar sustentabilidade ao próprio plano. Dirigentes e conselheiros do banco precisam buscar outras alternativas e não implementar a velha cartilha liberal de enfraquecer as empresas públicas”, afirmou.

Ivânia Pereira também destacou que assim como as outras instituições financeiras, o Banese é feito de carteira de produtos, que gera lucro. “E a carteira de seguros do Banese é um sucesso, nunca deu prejuízo e vem gerando lucro nesses 42 anos de existência. Só em 2020, essa carteira repassou de lucro para o Banese cerca de R$ 120 milhões. Em 2021, a previsão até o mês de novembro, estava em mais de R$ 130 milhões. Ou seja não há uma justificativa plausível que sustente essa venda”, disse.

A líder sindical foi enfática e afirmou que “o Sindicato não vai permitir que coloquem em risco a Caixa de Assistência dos funcionários/associados que cuida de cerca de 5000 vidas, entre funcionários da ativa, apesentados e dependentes”.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Sergipe.

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