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Trabalhadores franceses realizam greve geral contra reforma trabalhista

Entidades sindicais, lideradas pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) na França, fizeram, na última terça-feira (12), uma greve geral e manifestações contra a reforma trabalhista apresentada pelo presidente Emmanuel Macron. O governo francês quer aprovar a reforma no dia 22 de setembro.

O texto apresentado por Macron prevê medidas que facilitam as demissões, estabelecem um teto para indenizações e dão maior flexibilidade às contratações. Também há a possibilidade de sobrepor as negociações individuais aos acordos coletivos para empresas com até 50 funcionários.

A Federação Sindical Mundial (FSM), entidade à qual a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) é filiada, emitiu uma nota em solidariedade a greve geral.

Leia abaixo a íntegra:

A Federação Sindical Mundial expressa sua solidariedade com sua organização afiliada, a FNIC-CGT, por sua decisão de se mobilizar massivamente e atacar em 12 de setembro.

Nós apoiamos plenamente o chamado para fortalecer a luta nos próximos dias e pedimos abertamente que a classe trabalhadora da França intensifique suas lutas contra as políticas anti-trabalhistas dos novos e antigos governos.

A Federação Sindical Mundial, que representa 92 milhões de trabalhadores nos cinco continentes do mundo, amplia sua solidariedade à classe trabalhadora e ao povo da França e os convida a continuar sua luta contra as políticas antilaborais da União Europeia e do governo francês. Seu objetivo é intensificar a exploração dos trabalhadores para aumentar os lucros do capitalismo.

A FSM junta sua voz com os trabalhadores da França que exigem o respeito dos seus justos direitos contra os assaltos da política anti-trabalhista da União Européia e seus governos, que ataca com a mesma brutalidade dos trabalhadores em todos os países.

A classe trabalhadora em cada país, organizada em sindicatos militantes, de classe, democráticos, internacionalistas e em aliança social com camponeses pobres, trabalhadores independentes, movimentos juvenis e mulheres, tem o poder de reverter esta política e abrir o caminho para uma alternativa, em favor dos povos, um mundo sem exploração e sem barbarismo capitalista, um mundo de prosperidade e paz.

Portal CTB

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