FUP indica estado de greve e vigília de 24 horas dia 01 de julho
Uma contundente mobilização em todas as bases, exigindo respeito e a devida valorização do trabalho do petroleiro. Esta é a resposta que a categoria precisa dar à proposta rebaixada de PLR apresentada pela Petrobrás. Com base nos encaminhamentos apontados pelos sindicatos durante o Conselho Consultivo ocorrido no último dia 18, a FUP indica aos trabalhadores que aprovem em assembléia a decretação de estado de greve e a realização de uma vigília nacional por 24 horas no dia primeiro de julho.
A proposta feita pela Petrobrás, além de reduzir a parte do lucro que pertence ao trabalhador, rebaixando em 31% o piso em relação ao ano anterior, não leva em consideração os resultados construídos coletivamente pela categoria. Em 2007, o patrimônio líquido da empresa aumentou 16,73% e o seu valor de mercado cresceu 391,57% entre dezembro de 2003 e dezembro de 2007.
Os petroleiros precisam romper com a lógica de negociação da PLR imposta pela Petrobrás, que, ano após ano, recusa-se a discutir com a FUP e sindicatos critérios e regras para provisionamento e distribuição da parte do lucro que pertence aos trabalhadores. A falta de transparência prejudica a negociação e esvazia a interlocução com o movimento sindical.
As reivindicações da categoria (25% dos dividendos distribuídos aos acionistas e pagamento igual para todos os trabalhadores do Sistema) sequer são discutidas pela Petrobrás. Tampouco sabemos que critérios são adotados pela empresa para provisionar a parte do lucro destinada aos petroleiros. A distribuição da PLR das gerências também continua sendo feita sem transparência, como ocorria nas gestões neoliberais. Ou seja, os petroleiros que batem recordes de produção e são expostos a riscos constantes para construir os resultados brilhantes da Petrobrás são marginalizados na hora de dividir o lucro, que não existiria sem a sua participação. Com mobilização, temos condições de pressionar a empresa a apresentar uma proposta de PLR que faça juz à nossa categoria.
Fonte: CUT
A proposta feita pela Petrobrás, além de reduzir a parte do lucro que pertence ao trabalhador, rebaixando em 31% o piso em relação ao ano anterior, não leva em consideração os resultados construídos coletivamente pela categoria. Em 2007, o patrimônio líquido da empresa aumentou 16,73% e o seu valor de mercado cresceu 391,57% entre dezembro de 2003 e dezembro de 2007.
Os petroleiros precisam romper com a lógica de negociação da PLR imposta pela Petrobrás, que, ano após ano, recusa-se a discutir com a FUP e sindicatos critérios e regras para provisionamento e distribuição da parte do lucro que pertence aos trabalhadores. A falta de transparência prejudica a negociação e esvazia a interlocução com o movimento sindical.
As reivindicações da categoria (25% dos dividendos distribuídos aos acionistas e pagamento igual para todos os trabalhadores do Sistema) sequer são discutidas pela Petrobrás. Tampouco sabemos que critérios são adotados pela empresa para provisionar a parte do lucro destinada aos petroleiros. A distribuição da PLR das gerências também continua sendo feita sem transparência, como ocorria nas gestões neoliberais. Ou seja, os petroleiros que batem recordes de produção e são expostos a riscos constantes para construir os resultados brilhantes da Petrobrás são marginalizados na hora de dividir o lucro, que não existiria sem a sua participação. Com mobilização, temos condições de pressionar a empresa a apresentar uma proposta de PLR que faça juz à nossa categoria.
Fonte: CUT

