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Termina a greve dos vigilantes em São Paulo

Depois de dois dias de greve, os vigilantes retornam nesta quinta-feira aos seus postos de trabalho, em atendimento à decisão do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP). Conforme a sentença está marcada para as 15h desta quinta-feira julgamento do dissídio para determinar os termos do acordo entre empresas e trabalhadores.

A greve dos vigilantes, que chegou a contar com adesão de 30 mil pessoas, teve o apoio dos sindicatos dos bancários, que também atuaram para que as agências bancárias permanecessem fechadas enquanto durasse o movimento.

Alguns bancos optaram por burlar a lei e manter agências abertas sem a presença de vigilantes e, em alguns casos, com vigilantes sem o devido uso de farda e demais itens de segurança.

Diante da situação, a FETEC/CUT-SP orientou os sindicatos a registrarem queixas nos Distritos Policiais sobre a ocorrência do delito e, na falta de um pronto atendimento nas delegacias, posterior encaminhamento de ofício à Secretaria de Segurança Pública do Estado de SP, comunicando o ocorrido e solicitando medidas cabíveis.

Em função das irregularidades ocorridas na capital paulista, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região comunicou as ocorrências à Polícia Federal que, por sua vez, notificou os bancos infratores informando sobre a expressa proibição de abertura e funcionamento das agências sem vigilantes ostensivos e armados. "O funcionamento da agência em desacordo com a legislação é ilegal e qualquer ocorrência danosa gerada em razão dessa atitude acarretará a responsabilização administrativa, civil e criminal do estabelecimento financeiro e de seu gerente", informa notificação enviada pelo delegado de Polícia Federal Marcelo Feres Daher, da Delegacia de Controle de Segurança Privada no Estado de São Paulo.

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