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Greve dos Correios deve continuar, diz Cantoara, presidente da Fentect

O presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), Manoel Cantoara, afirmou que a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) para pôr fim à greve da categoria é "precária do ponto de vista do conflito". Segundo ele, os sindicatos regionais realizarão assembléias hoje, mas a tendência nacional é pela continuação da paralisação.

Para Cantoara, a sugestão do presidente do TST, ministro Rider Nogueira de Brito, de suspensão da aplicação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) de 2008 para carteiros que prestam serviços externos, que voltariam a receber, em julho e agosto de 2008, 30% de abono, "não teve comprometimento definitivo".

O presidente da Fentect afirmou ainda que, de acordo com a proposta do TST, o PCCS seria legalizado para os demais funcionários da empresa, sendo que a suspensão do plano é uma das principais reivindicações da categoria.

A greve começou à 0h do dia 1º de julho. Brito se reuniu na quinta-feira (10), em seu gabinete, em horários diferentes, com o presidente da ECT, Carlos Henrique Custódio, e com Cantoara. Aos dois, ele entregou o documento no qual detalhava a proposta em sete cláusulas, enfatizando sua disposição para intermediar as negociações, mediante a realização de duas reuniões por semana, até o final de julho, em busca de uma solução negociada para o conflito.

O ministro propunha a suspensão da greve. Durante as negociações, os trabalhadores não poderiam deflagrar qualquer movimento grevista.

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