Presidente da AFBNB se reúne com Superintendente do BNB em Sergipe
Medeiros ressaltou a necessidade de que os problemas listados sejam superados, para o bom êxito no trabalho dos funcionários e conseqüente repercussão na instituição BNB. Antônio Santana fez elogios à atuação institucional da Associação e compreendeu a entrega do documento como uma contribuição da AFBNB ao aprimoramento dos mecanismos internos do Banco. Segundo Medeiros, o superintendente se comprometeu em se reunir com todos os gerentes para discutir medidas retificadoras para o tipo de comportamento gerencial que desembocam em excessos, como trabalho gratuito e práticas de assédio moral.
Centrais – No dia anterior à reunião com o Superintendente, Medeiros esteve reunido com os funcionários da central de retaguarda, ocasião em que reiterou a luta da Associação pela isonomia de tratamento e a justa remuneração dos trabalhadores do Banco, enquanto instituição de desenvolvimento. O presidente da AFBNB relembrou que a Associação foi a primeira voz a questionar a forma atabalhoada com que a Direção do BNB vinha (e continua) implantando o Plano de Funções, de forma segmentada, de acordo com as pressões e sem qualquer método. Enfatizou, também, que só a pressão da base é capaz de alterar essa realidade. Quanto à questão específica das Centrais, é necessário que todos se mobilizem e reivindiquem a valorização de suas funções, a partir da responsabilidade que representa.
Visitas regionais – Ainda na semana passada, o diretor administrativo da AFBNB, Francisco de Assis Araújo, esteve reunido com funcionários das centrais operacionais e de retaguarda de Recife e João Pessoa, nesta última cidade o diretor se reuniu também com os funcionários das agências Centro e Epitácio Pessoa.
O diretor reforçou a importância da mobilização do dia 8 – antes da rodada de negociação – como forma de pressionar o Banco para que cumpra o que é acordado com as entidades, como, por exemplo, a migração dos genitores para o plano natural da Camed. Além disso, enfatizou a necessidade de o Banco dar retorno de demandas antigas, como o incremento de 3% no PCR e mesmo a definição quanto aos GSNs Pronaf. Um dos pontos tratados foi a falta de isonomia. Como exemplo, o Diretor citou o reajuste dado recentemente a algumas funções, com percentual inferior para agências de menor porte.
“Sobre a isonomia reivindicada pelos que integram as centrais de retaguarda operacional (CROs), tanto na de Recife quanto na de João Pessoa, ficamos – nós e os representantes – no compromisso de reunir problemas e argumentações para pressionar a área competente do Banco”, informa Assis. Já os técnicos de campo – que haviam conquistado a duras penas, desde julho de 2006, a isonomia salarial junto aos analistas de projetos – reclamam que o Banco surpreendeu suas CENOP’s no início de abril com o aumento isolado das funções em comissão dos analistas em detrimento dos técnicos. A questão está sendo acompanhada pela AFBNB.
De um modo geral, o diretor Assis Araújo destaca que muitos funcionários questionaram a forma segmentada com que a Direção do BNB vem implementando o Plano de Funções em Comissão. “Aonde o Banco quer chegar com isso? Por que implantar o plano de funções por partes, privilegiando uns em detrimentos de outros? Estas foram algumas questões colocadas”, finaliza Assis.

