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Encontro Vozes que transformam

AFBNB lança campanha contra assédio moral e trabalho gratuito

Dentro de sua firme postura em favor do funcionalismo benebeano e contrária à exploração dos trabalhadores, a AFBNB lançou, durante a realização da 33ª Reunião do Conselho de Representantes ocorrida nos últimos 28 e 29 de março, no Recife, "Quem faz o BNB merece respeito", uma campanha que promete ser contundente contra o assédio moral e o trabalho gratuito no BNB. 

Na abertura das atividades da tarde do dia 29 (sábado), o grupo de teatro do Recife "Nós Não Fazemos Novela" encenou uma peça sobre assédio moral e extrapolação da jornada de trabalho. Logo após a apresentação teatral, o presidente da Associação José Frota de Medeiros lançou a campanha em questão - sob calorosos aplausos dos representantes. Medeiros afirmou que o "assédio moral é uma forma gerencial covarde". Desse modo, para o presidente, essa campanha pretende ser de "valorização e respeito ao funcionário do Banco".

A AFBNB entende que a "Quem faz o BNB merece respeito" somente terá eficácia real se os representantes se engajarem decisivamente nela, levando para suas bases esse forte sentimento de repúdio contra a coação moral e o trabalho gratuito. Transmitir eficientemente, para todos os funcionários - numa espécie de "efeito dominó" -, essa posição de total combate a esses vilões do funcionalismo benebeano é assaz importante para maior aprofundamento das conquistas trabalhistas dentro do Banco. Por conta disso, Medeiros, reverberando o pensamento de toda a diretoria e dos que fazem a Associação, destacou que os funcionários devem unir-se na luta contra essa praga sistêmica que ocorre no BNB.

Endossando as palavras de Medeiros, o Diretor de Formação Política, Waldenir Britto, acrescentou que os representantes têm que fazer, em suas bases, um trabalho de vanguarda para estimular os demais funcionários a entrarem nessa luta pelo extermínio desses agentes deletérios e corrosivos ao funcionalismo. "Isso passa por cada um de nós. Temos que ser a linha de frente nesse processo em nossas unidades", disse Britto. Dorisval de Lima, Diretor de Comunicação e Cultura da AFBNB, classificou a prática do assédio moral como "nefasta" e "nazi-fascista". Para Lima, o êxito da campanha somente virá "à medida que as pessoas levem essa mensagem e tenham a coragem de se insurgirem contra tais práticas".

O Diretor Administrativo da Associação, Assis Araújo, é defensor de que, além do trabalho de base, as entidades e sindicatos se unam nessa luta. Para ele, deve haver também uma mudança radical de postura e entendimento do que é cumprir o expediente normal de trabalho. "O funcionário que procura cumprir seu horário é discriminado, escanteado, às vezes pelos próprios colegas", diz. Já para Alci Lacerda, Diretor de Ações Institucionais da entidade, muito do lucro de R$ 119 milhões anunciado pelo Banco em 2007 foi conseguido a custo de trabalho gratuito de muitos funcionários.

Em suma, a AFBNB vai continuar sua incansável luta pela melhoria dos direitos do funcionalismo e pelo fortalecimento da instituição Banco do Nordeste. Ao lançarmos uma campanha como esta, entendemos que estamos defendendo o BNB de gestores mal preparados, pedantes e autoritários, não esquecendo, de forma alguma, da omissão, ou até mesmo, da conivência da direção do Banco com esse problema, posto que esta já foi diversas vezes avisada da ocorrência dessa problemática dentro da Instituição. Muitas vezes, quem lança mão dessa prática nefasta é premiado no BNB. "É preciso que o Banco tome uma atitude", afirma Lima. Mas - reiteramos - a assimilação dessa luta por nossos representantes, com atuação vigorosa em suas unidades, tem que ser a tônica principal da campanha. Destarte, poderemos vislumbrar um futuro de funcionários mais respeitados e valorizados, profissional e humanamente.


Fonte: Assessoria de Comunicação da AFBNB

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