Anistiandos baianos pedem Anistia e Justiça
Começou nesta quarta-feira, dia 10 de setembro, em Salvador, na Biblioteca Central dos Barris, com um ato cultural, as atividades da Caravana da Anistia do Ministério da Justiça.
O Núcleo de Anistiandos dos Químicos e Petroleiros da CTB-Bahia estará presente durante os trabalhos da Comissão, quando serão julgados os requerimentos dos familiares dos mortos e desaparecidos durante a ditadura militar, os pedidos de anistia dos perseguidos politicos que militavam na década de 70 e 80, e os que foram demitidos do Pólo Petroquímico de Camaçari como represália a greve histórica de 1985.
A Comissão de Anistia estará em Salvador, nos dias 10 e 11 de setembro, quarta e quinta-feira. O objetivo é julgar em bloco os requerimentos de acordo com suas semelhanças. Num clima de emoção familiares dos mortos e desaparecidos e trabalhadores anistiandos de diversas categorias, entre elas, dos policias rodoviários federais, dos servidores penitenciários do Estado da Bahia, do Fórum Latino Americano de solidariedade e Anistia, represnetado por Zezinho do Araguaia, demonstravam solidariedade entre si, porque só agora, no Governo Lula, estão vendo na prática, e de forma pública, os requerimentos dos que esperam há anos, serem análisados, muitos com reconhecimento do pleito, declaração de anistia e reparação econômica.
Esta questão é tida como um dos pontos mais importantes para o movimento sindical brasileiro, são milhares de trabalhadores sem poder voltar ao mercado de trabalho porque foram inluidos em listas discriminatórias e de exclusão das empresas. Todos os anistiandos aguardam o resgate das suas dignidades dos seus direitos usurpados quando lutavam por democracia, liberdade, e direitos políticos e sindicais em nosso Estado.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil se solidariza à luta dos anistiandos e perseguidos políticos. Segundo Adilson Araújo, presidente da central na Bahia, "a mudança política semeada nesta ocasião na América Latina, em especial no Brasil, abre novas perpectivas para o resgate das bandeiras históricas daqueles que ajudaram, e continuam na trincheira da luta por liberdade, democracia e direitos socias. O reconhecimento do direito a anistia aos demitidos e perseguidos políticos é a prova de que não se deve calar nunca. É uma reparação a honra e a dignidade humana", concluiu.
O Núcleo de Anistiandos dos Químicos e Petroleiros da CTB-Bahia estará presente durante os trabalhos da Comissão, quando serão julgados os requerimentos dos familiares dos mortos e desaparecidos durante a ditadura militar, os pedidos de anistia dos perseguidos politicos que militavam na década de 70 e 80, e os que foram demitidos do Pólo Petroquímico de Camaçari como represália a greve histórica de 1985.
A Comissão de Anistia estará em Salvador, nos dias 10 e 11 de setembro, quarta e quinta-feira. O objetivo é julgar em bloco os requerimentos de acordo com suas semelhanças. Num clima de emoção familiares dos mortos e desaparecidos e trabalhadores anistiandos de diversas categorias, entre elas, dos policias rodoviários federais, dos servidores penitenciários do Estado da Bahia, do Fórum Latino Americano de solidariedade e Anistia, represnetado por Zezinho do Araguaia, demonstravam solidariedade entre si, porque só agora, no Governo Lula, estão vendo na prática, e de forma pública, os requerimentos dos que esperam há anos, serem análisados, muitos com reconhecimento do pleito, declaração de anistia e reparação econômica.
Esta questão é tida como um dos pontos mais importantes para o movimento sindical brasileiro, são milhares de trabalhadores sem poder voltar ao mercado de trabalho porque foram inluidos em listas discriminatórias e de exclusão das empresas. Todos os anistiandos aguardam o resgate das suas dignidades dos seus direitos usurpados quando lutavam por democracia, liberdade, e direitos políticos e sindicais em nosso Estado.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil se solidariza à luta dos anistiandos e perseguidos políticos. Segundo Adilson Araújo, presidente da central na Bahia, "a mudança política semeada nesta ocasião na América Latina, em especial no Brasil, abre novas perpectivas para o resgate das bandeiras históricas daqueles que ajudaram, e continuam na trincheira da luta por liberdade, democracia e direitos socias. O reconhecimento do direito a anistia aos demitidos e perseguidos políticos é a prova de que não se deve calar nunca. É uma reparação a honra e a dignidade humana", concluiu.

