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Seeb Sergipe debate plataforma eleitoral das mulheres

Na sexta-feira, 28 de setembro, às 15h, a secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CTB, Celina Arêas apresentará em Aracaju a Plataforma Eleitoral das Mulheres, elaborada pelo Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT). O documento será apresentado no encontro denominado de "Mulheres Trabalhadoras e as Eleições 2018". O evento acontecerá no auditório do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE). A Plataforma Eleitoral das Mulheres está sendo disseminada pelas redes sociais e entregue às candidatas e candidatos de todos os estados e do Distrito Federal.

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A Plataforma Eleitoral das Mulheres elaborada pelo Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT) está sendo disseminada pelas redes sociais e entregue às candidatas e candidatos de todos os estados e do Distrito Federal.

“Elaboramos um programa mínimo para exigir o compromisso de candidatas e candidatos com os interesses das mulheres trabalhadoras”, explica Celina Arêas. De acordo com Celina Arêas, as seis maiores centrais sindicais do país (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT) compõem o FNMT e se comprometem a encaminhar as propostas ao maior número de pessoas que pleiteiam um cargo político na eleição de 7 de outubro.

“Decidimos que só apoiaremos candidaturas que se comprometerem com as nossas causas”, afirma Celina. As mulheres trabalhadoras das centrais pedem a revogação da reforma trabalhista, da Emenda Constitucional 95 e o engavetamento da reforma da previdência. A sindicalista mineira informa que as reformas promovidas e propostas pelo desgoverno Temer prejudicam toda a sociedade, mas são as mulheres as mais atingidas, seja no mercado de trabalho ou na falta de atendimento em questões que envolvam violência. Por isso, diz ela, o FNMT defende a criação de políticas públicas e leis mais rigorosas contra o assédio moral e sexual, a discriminação de gênero, raça, deficiência ou orientação sexual. “Em pleno século 21, não podemos mais tolerar o predomínio de tanto ódio e violência contra as mulheres, a juventude, a população negra e indígena e as pessoas LGBT”.

Para Celina, “O Brasil está numa encruzilhada histórica e as eleições deste ano vão definir o país que teremos no futuro". OU seja, "se voltaremos a ser ‘quintal’ dos Estados Unidos, como defendem os candidatos de Temer ou se retomaremos o trilho do desenvolvimento autônomo e soberano”. Ela explica ainda que o FNMT defende o empoderamento feminino, com mais mulheres no poder. “Não pode haver democracia plena sem a ampla participação das mulheres, da juventude e da população negra nas decisões do país”.

Saiba Mais

Celina Arêas é sindicalista desde a década de 1980 e sua história é marcada pela luta em defesa dos direitos dos professores e demais trabalhadores. Foi presidenta do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais numa época em que as mulheres ainda encontravam muitas dificuldades para ocupar espaços de poder, e nem por isso ela deixou de lutar pela categoria e por melhores condições de vida para os trabalhadores.

Ela defende a necessidade de mais mulheres na política para mudar inclusive a maneira de fazer política e com a força das mulheres levar o Brasil de volta ao caminho do desenvolvimento econômico com combate á pobreza e respeito aos direitos da classe trabalhadora e das ditas minorias

Fonte: Seeb Sergipe

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