Itaú demite e precariza as condições de trabalho
Se já não bastasse a tensão inerente ao trabalho bancário, os funcionários do Itaú ainda sofrem com a política de demissão e precarização do trabalho implementada pelo banco, que é o mais lucrativo do país. A clima é tenso nas agências, onde as notícias sobre os desligamentos chegam quase todos os dias .

Até o mês de novembro foram registradas 131 demissões na base da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, sendo sete por justa causa, uma nova tática utilizada pelo Itaú para demitir empregados com maior tempo de empresa, sem pagar as indenizações devidas.
Esta é uma política perversa que atinge todo o funcionalismo, pois sobrecarrega os bancários que ficam nas agências, aumentando a pressão, o assédio moral e o adoecimento da categoria.
Para piorar a situação, o banco tem desenvolvido também uma política de RH muito cruel com os afastados por doenças ocupacionais. Isto é absurdo e os bancários estão revoltados com a situação
A Federação dos Bancários e os sindicatos filiados vêm denunciando a política nefasta de demissões o Itaú, além de tomar as providências cabíveis para solucionar os problemas.

