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Bancários assinam acordos com Fenaban, Caixa e BB

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Representantes de sindicatos e federações de bancários de todo o Brasil assinaram na tarde desta sexta-feira (31/8), em São Paulo, a nova Convenção Coletiva de Trabalho e os acordos aditivos do Banco do Brasil e da Caixa. Com validade até 1º de setembro de 2020, os documentos garantem os direitos da categoria, além de um reajuste de 5% nos salários, PLR e outras verbas econômicas.

O presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Hermelino Neto, assinou os documentos, juntamente com a presidenta do Sindicato de Sergipe, Ivânia Pereira, e o presidente em exercício do Sindicato da Bahia, Euclides Fagundes.

O presidente da Feebbase representou também a CTB Bancários no ato de assinatura.

Fruto de dez rodadas de negociações e de muita mobilização dos trabalhadores, o acordo com os bancos foi o melhor possível, diante da atual conjuntura de retirada de direitos trabalhistas no Brasil.

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O acordo aprovado pelos bancários nas assembleias, mantém todas as cláusulas da CCT, além de reposição da inflação e aumento real de 1,18% (diante de um INPC projetado em 3,82% para setembro), que incide sobre vales refeição e alimentação, auxílio-creche, a regra básica da PLR (valor fixo de R$ 2.355,76 mais 90% do salário) e também na parcela adicional de PLR de R$ 4.711.52

O acordo prevê também a manutenção, por dois anos, de todos os direitos econômicos e sociais previstos na atual convenção, além da reposição total da inflação com aumento real de 1% para salários e todas as demais verbas, além da parte fixa da PLR e do adicional. E isso tudo inclusive para os bancários que têm curso superior e recebem acima de dois tetos do INSS (R$ 11.291,60), os chamados hipersuficientes, que a reforma trabalhista do pós-golpe autoriza manter fora dos acordos em negociação direta com os patrões.

Caixa

Na Caixa, o Acordo Coletivo de Trabalho mantém, dentre outros direitos, a PLR Social de 4% do lucro liquido com distribuição linear e o Saúde Caixa nos moldes atuais para os empregados ativos, aposentados e que venham se aposentar na Caixa, se comprometendo a só aplicar o teto de 6,5% da folha de salários e proventos a partir de 2021. Ressalvou também, que os empregados admitidos a partir de 1º de setembro de 2018 terão direito também, porém com o custeio igual entre empregados e a Caixa.

BB

O acordo do Banco do Brasil mantém todos os direitos contidos no atual e avançou ainda na flexibilidade do intervalo de almoço, acordo para o banco de horas, manteve o modelo de PLR adicional e também as mesas temáticas de saúde e segurança no trabalho, e acrescenta duas novas mesas sobre teletrabalho e escritórios digitais e entidades patrocinadas de bancos incorporados.

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