Logo

Centrais realizam a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora nesta quarta

As centrais sindicais (CTB, CUT, CGTB, FS, NCST e UGT) realizam nesta quarta-feira, dia 9, em São Paulo, a 8ª Marcha das Classe Trabalhadora. Num ano repleto de eventos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições gerais no País, a mobilização marca a retomada da luta da “Agenda da Classe Trabalhadora”, que reúne as propostas para desenvolver o País com soberania, democracia e valorização do trabalho, assim como investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança e mobilidade urbana.

8-marcha-da-classe-trabalhadora-9-abril-2014

“Vamos cobrar do governo o andamento da pauta da classe trabalhadora, que inclui as bandeiras como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, o fim do projeto que amplia a terceirização, a correção da tabela do IR, reajuste digno para os aposentados, entre outras. Todas essas reivindicações fundamentais para os trabalhadores já foram entregues ao presidente da Câmara e ao governo federal e não recebemos retorno, não avançamos”, afirmou Wagner Gomes, secretário-geral da CTB nacional.

No mês de março, os dirigentes das Centrais também estiveram com o prefeito da Capital, Fernando Haddad, e o secretário municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Artur Henrique, que apoiaram a realização da mobilização.

“Iremos fazer um grande esforço para mobilizar as bases das nossas categorias. É muito importante que o trabalhador veja que sem unidade e mobilização não conseguiremos avançar nas nossas reivindicações”, afirmou o presidente da CTB, Adilson Araújo.

Com o lema “Trabalhadores vão às ruas por direitos e qualidade de vida”, a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, sairá da Praça da Sé, às 10 horas, e seguirá em passeata até o vão livre do Masp, na Avenida Paulista.

Onofre Gonçalves, presidente da CTB -SP convocou os trabalhadores a ocuparem as ruas e mostrar o descaso com que governo e empresários têm tratado as reivindicações unitárias do movimento sindical, como a redução da jornada de trabalho, o fim do Fator Previdenciário e a ampliação de direitos. ““A expectativa é reunir cerca de 50 mil trabalhadores neste ato nacional, que soará como um recado às forças do retrocesso de que as Centrais Sindicais têm propostas que atendem aos interesses dos trabalhadores e dos empresários, pois o objetivo é desenvolver o país com soberania e valorização do trabalho”, afirmou.

As reivindicações da 8ª Marcha são:

- Igualdade de Oportunidades para homens e mulheres
-Transporte Público de Qualidade
- Não ao PL 4330 da terceirização
-10% do orçamento da União para a saúde
- Continuidade da valorização do salário mínimo
- Correção da tabela do IR
- Redução da jornada

CTB

Template Design © Joomla Templates | GavickPro. All rights reserved.