COE pede fim do fechamento de agências e demissões no Itaú

Fechamento de agências, demissões, avaliação de desempenho e programa próprios de remuneração foram os principais temas debatidos na rodada de negociação entre a Comissão de Organização dos Funcionários (COE) e a direção do Itaú, realizada nesta quarta-feira (14/6), em formato híbrido.
No encontro, a COE questionou o Itaú sobre o fechamento de agências e cobrou a manutenção dos postos de trabalho dos bancários destas unidades. Os funcionários não podem ser prejudicados pela política equivocada do banco de reduzir a rede de atendimento. “Estamos acompanhando os colegas que estão sendo realocados e já passando por discriminação. Tem gestores recusando a transferência desses funcionários por serem lesionados ou aqueles que tenham sido reintegrados. As agências estão superlotadas e muitas não tem estrutura para receber as contas migradas”, apontou a diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Andréia Sabino, que integra a COE Itaú.
Durante a reunião, foram debatidas propostas para reverter a situação e buscar alternativas que evitem demissões em massa. Além disso, o horário de abertura das agências também foi amplamente debatido. Os representantes dos funcionários levaram à mesa a necessidade de avaliar e ajustar os horários de funcionamento, considerando as demandas dos clientes e o bem-estar dos funcionários.
Os representantes dos bancários cobraram também mudanças na forma de avaliação de desempenho, ressaltando a importância de que o processo seja transparente e justo, levando em conta os esforços individuais dos funcionários, além das condições e metas incentivadas pela empresa.
Os programas próprios de remuneração também foram discutidos durante a reunião. O COE buscou abordar a eficácia e os desempenhos desses programas, levando em consideração a justa remuneração dos funcionários e a motivação para o alcance de metas individuais e coletivas.
