Gilmar Mendes atrasa fim da doação de empresas a políticos

Com o retorno dos trabalhos no Judiciário nesta segunda-feira (2/2), cresce a necessidade da sociedade cobrar maior agilidade do Supremo Tribunal Federal (STF) na definição de temas de suma importância para o Brasil. É o caso da proibição do financiamento de campanhas políticas por empresas privadas, uma das maiores fontes de corrupção no país.
Em abril do ano passado, por 6 votos a 1, os ministros entenderam que as doações provocam desequilíbrio no processo eleitoral e devem ser proibidas, mas o processo emperrou nas mãos de um único ministro: Gilmar Mendes, que pediu vistas e teima em não devolver o processo para que a votação seja encerrada..
Mendes sabe que não pode impedir esta importante avanço para o povo brasileiro, mas continua adiando o fim do financiamento das empresas na campanha eleitora.
Os movimentos sociais têm cobrado insistentemente a resposta do ministro, mas ele se mantém calado. O jeito é promover uma grande mobilização nacional para pressiona-lo a devolver o processo.
