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Nada de avanços na discussão de saúde com a Fenaban

Terminou sem avanços, a reunião entre o Coletivo Nacional de Saúde dos Bancários e a Fenaban, realizada nesta terça-feira (28/11), em São Paulo. Na mesa, os representantes dos bancos pediram mais tempo para a construção do formulário de pesquisa sobre efetividade do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), regulamentado pela NR 7 do Ministério do Trabalho e Emprego e previsto na cláusula 67ª da CCT 2016/2018, que tem como foco central políticas de prevenção.

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Depois de se comprometerem a criar um grupo de trabalho para acelerar o processo de criação do formulário, os bancos voltaram atrás, com a justificativa de que não teriam como reduzir a bancada que já participa dos encontros.

Para o Coletivo de Saúde, o recuo tem o objetivo claro de retardar a realização da pesquisa, ferramenta fundamental para solução de um problema que tem causado inúmeros conflitos e dificuldades para os bancários.

O grande número de  afastamento de bancários também foi debatido no encontro. Os trabalhadores propuseram iniciar o ano que vem com uma discussão para analisar as causas do adoecimento da categoria e propor políticas preventivas. Mas, ficaram sem resposta.

Os dois assuntos voltam a pauta na próxima reunião, que será realizada em 2018. Os bancos ficaram de trazer suas ponderações quanto a proposta de questionário, com 21 questões, entregue pelos bancários em maio de 2017.  Já os representantes dos trabalhadores trarão seus números tabelados de afastamentos. Eles reivindicaram que os bancos também apresentem seus números.

Com informações da  Contraf.

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