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Pequenos avanços na negociação com a Caixa

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e a direção da Caixa se reuniram na manhã desta quinta-feira (26/10), em Brasília, em mais uma rodada da mesa de negociação permanente. No encontro, que contou com a presença do diretor de Pessoas da Caixa José Umberto Pereira, foram discutidos os efeitos da reestruturação, descomissionamentos, contencioso da Funcef, faltas das greves gerais, promoção por mérito, PSI/realocação, Saúde Caixa, dentre outros temas. 

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A reunião começou com um ato da CEE em defesa da Caixa. Na ocasião, o presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, ressaltou a importância de que as negociações das pendências avancem, para que os empregados possam focar a sua mobilização na defesa da instituição.

A reunião foi  produtiva, tendo como principal avanço, a aceitação por parte da Caixa, da retirada dos efeitos das faltas das greves gerais, de 28 de abril e 30 de junho, na vida funcional dos empregados, no entanto, o banco decidiu manter o desconto dos dias, o que é insuficiente para os empregados.

Sobre o Saude Caixa, a empresa informou que para efeito de reduzir o provisionamento decorrente do CPC 33, o Conselho de Administração vai colocar no Estatuto a limitação de gasto da Caixa com o Plano a 6,5% da Folha de Pagamento e que vai segregar as despesas assistenciais e administrativas do Plano. Propôs, contudo, estender todas as condições atuais até janeiro 2019 (hoje estão garantidas no ACT estas condições até agosto 2018).

A CEE reconhece que houve pequenos avanços, mas solicitou que a Caixa apresente uma proposta global para ser discutida na reunião do Comando Nacional, que acontece no dia 31 de outubro, e caso seja avaliada como pertinente, seja submetida a assembleias em todo o país.

No final do encontro, a CEE Caixa entregou também uma proposta de Termo de Compromisso, para ser assinado pela Empresa, se comprometendo a não implementar nenhum item da reforma trabalhista de forma unilateral.

Para o presidente Feebbase, os pequenos avanços são frutos da mobilização dos empregados e da necessidade da Caixa de se ajustar à CPC 33. “Agora precisamos intensificá-la para conquistar um acordo justo e poder nos dedicar mais à defesa da Caixa”, ressalta Emanoel Souza. 

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