Sindicato e Federação protestam contra fechamento de agência do Santander

O Santander tem feito um verdadeiro extermínio de postos de trabalho e pontos de atendimento. Em Salvador, achar uma agência é como acertar loteria, quando o cliente encontra, é difícil encontrar caixa com atendimento humanizado. O Sindicato dos Bancários da Bahia e a Federação da Bahia e Sergipe têm feito, de forma incisiva, cobranças ao banco. Nesta quarta-feira (26/02), realizaram manifestações para conversar com os funcionários das unidades da Calçada e Comércio.
O Santander, que lucrou R$ 15,615 bilhões ano passado, quando fechou cerca de 750 agências, vai encerrar as atividades da unidade da Calçada no dia 23 de março. O Sindicato e a Federação procuraram o banco, participaram de reunião com a Direção Regional nesta semana, mas a empresa se mantém irredutível.

A agência da Calçada, que tinha caixa humano, será incorporada pela unidade do Comércio, que conta apenas com o autoatendimento. O Sindicato e a Feeb exigiram a realocação de todos os funcionários e o aumento da segurança, já que a unidade receberá mais clientes e serviços.
A política do Santander é excludente, indiscutivelmente. A população fica desassistida. Os moradores da Calçada, subúrbio, Liberdade e bairros adjacentes, caso queiram atendimento, terão de se deslocar para o outro lado da cidade: orla de Salvador ou Brotas. A lógica é só explorar a clientela.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.
