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Sindicato de Sergipe retarda abertura de agência do Santander

Na capital sergipana, nesta quinta-feira (24), os diretores do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) protestaram na porta do Santander, localizado na Travessa José de Faro. Com o apoio da CTB, os sindicalistas retardaram em três horas a abertura do expediente do banco. Ontem, ação semelhante foi realizada no banco Itaú. Os protestos têm o objetivo de denunciar as dificuldades nas negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2015/2016. Na sexta-feira, 25, os sindicalistas farão novos atos.

manifestacao sergipe santander 2015

Rodada definitiva

Nesta sexta-feira, 25, vai acontecer na capital paulista a sexta rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo a presidenta do SEEB/SE Ivânia Pereira, o encontro será decisivo. Após a reunião, o Comando Nacional dos Bancários deverá orientar os sindicatos quanto à realização de assembleias da categoria em todo o País, que deliberará sobre possibilidade de instalação ou não de uma greve nacional no setor financeiro. "A Fenaban deverá anunciar uma proposta de reajuste salarial para a categoria. Como até agora os banqueiros se negaram a sinalizar qualquer atendimento da pauta de reivindicação, permaneceremos mobilizados. Mas, a população, assim como a imprensa, será avisada sobre a deliberação quanto ao rumo dessa campanha", garante Ivânia Pereira.

Em Aracaju, a Campanha Nacional dos Bancários 2015/2016, que traz o mote "Exploração não tem perdão" foi lançada no dia 21 de agosto. Desde o lançamento, o SEEB/SE vem intensificando as visitações nas agências bancárias do setor público e privado para manter a mobilização da categoria e buscar o apoio da sociedade.

De acordo com o secretário de Esporte do SEEB/SE, Adilson Azevedo, a campanha não está reduzida a questões salariais dos funcionários. "A nossa pauta é ampla. Defendemos o fim das filas e melhores condições de trabalho que afetam diretamente todos os clientes e usuários de bancos", destaca Adilson Azevedo.

Reivindicações

Além do reajuste salarial de 16%, que inclui a reposição da inflação mais 5,7% de aumento real, os bancários reivindicam participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários mais parcela fixa de R$7.246,82; 14º salário; piso salarial equivalente ao salário mínimo indicado pelo Dieese, que hoje é de R$3.299,66; aumento no valor dos vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá para R$788,00 ao mês cada; garantia de emprego, fim da pressão por metas e do assédio moral, dentre outras questões importantes.

Por Déa Jacobina Ascom SEEB/SE

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