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Avançam os ataques de Temer ao BB

O governo Temer ataca o Banco do Brasil novamente com mais uma reestruturação. O PAQ (Programa de Adequação de Quadros), anunciado no início desta sexta-feira (05/01) quando os funcionários chegavam ao trabalho, têm causado apreensão. O Sindicato dos Bancários da Bahia estuda o regulamento, mas já solicitou reunião com a Superintendência para discutir os impactos no Estado.

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Paralelamente, por meio da Comissão de Empresa dos Funcionários, cobra da direção do banco negociação em nível nacional. "Neste momento, é importante que os bancários informem ao Sindicato as mudanças nas agências, para que façamos um levantamento detalhado", destaca o diretor Fábio Ledo, integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários. Os dados devem ser enviados para o email da secretária-geral, Jussara Barbosa (O endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript para vê-lo.).

A nova reestruturação - parte do desmonte do banco público - certamente vai piorar a situação nas unidades, porque pode reduzir o quadro de pessoal, aumentando a sobrecarga e precarizando o atendimento. Não é só isso, o número de cargos comissionados, que impacta diretamente na remuneração do bancário, também pode cair. O cenário mostra que 2018 será de muita luta e a unidade é fundamental.

Primeira reestruturação

Não é a primeira vez que o governo Temer ataca o Banco do Brasil. Em 2016, anunciou a redução do quadro de funcionários, através do programa de aposentadoria incentivada, e o fechamento de centenas de agências.

Desde então, mais de 500 unidades deixaram de prestar atendimento, deixando muita gente na mão. Em outras, a demanda aumentou consideravelmente, adoecendo os bancários. Houve também mudança interna e diversas funções foram extintas. Desta forma, o banco é dilapidado e preparado para ser entregue ao grande capital privado.

Fonte: Seeb Bahia.

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