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Caixa insiste no banco de horas para o presencial e a CEE recusa novamente

23.8.22 negociacao caixa 799e2

Terminou sem avanços a rodada de negociação entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e a direção da Caixa, realizada nesta terça-feira (23/80, em São Paulo. Na mesa, a direção da empresa insistiu em condicionar um acordo sobre o teletrabalho à criação de um banco de horas para os bancários que trabalham presencialmente. A proposta foi novamente recusada pela CEE, como aconteceu no dia 16 de agosto.

A negociação deveria ser sobre teletrabalho, mas a Caixa está querendo aproveitar a oportunidade para tentar retirar direitos dos empregados. “Em negociações realizadas anteriormente, ficou combinado que não seria criado banco de horas. Quem está no presencial deve receber pelas horas trabalhadas a mais, lembrou o secretário geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, que participa das negociações.

Diante da postura da Caixa o impasse continua. A proposta da representação dos empregados é a garantia de todos os direitos dos empregados que trabalham presencialmente e em teletrabalho, sem distinção. Para o pessoal em teletrabalho, a CEE defende o registro de ponto, a remuneração das horas extras, além dos direitos e garantias previstos na minuta entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), com ajuda de custo pelos gastos hoje assumidos pelos trabalhadores (energia, internet, água etc).

As negociações foram interrompidas e serão retomadas posteriormente.

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