Bancários de Sergipe participam do Grito dos Excluídos
Os dirigentes do Sindicato dos Bancários do Estado de Sergipe (SEEB/SE) mantiveram a tradição de participar do Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro. Em Aracaju, a concentração da marcha foi no largo da exuberante Catedral, com celebrações ecumênicas e místicas. Depois, os mais diversos grupos sociais e sindicais seguiram alternativamente em direção ao cortejo Oficial do 7 de Setembro.
Na Avenida Barão de Maruim, o palanque oficial estava vazio. Mas, o povo aplaudiu a passagem do Grito dos Excluídos. Nesse cortejo estavam juntos comunidades religiosas, negras(quilombolas), MST, moradia popular, a garotada do Levante Popular e do Movimento Não Pago, dirigentes de sindicatos e de centrais Central dos Trabalhadores do Brasil, Central Única do Trabalhadores e Conlutas.

E bem ao espírito das manifestações de junho, a tônica consequente foi unificação das bandeiras para o País avançar nas mudanças, como a luta pela reforma agrária, mais verbas para a educação e saúde e por redução das tarifas do transporte coletivo e em defesa da democratização das comunicações. Especificamente, os bancários levaram para a avenida faixas da Campanha Salarial dos Bancários 2013/2014 e da luta contra o Projeto de Lei da terceirização, que se aprovado vai precarizar ainda mais o trabalho.
"Das novidades, na XIX edição do Grito dos Excluídos, os movimentos sociais e sindicais reforçaram o apoio à chegada dos médicos e médicas cubanas do programa por mais médicos no Sistema Único de saúde (SUS). Em uma só voz, o grito dos Excluídos se posicionou contra o xenofobismo direcionado aos profissionais da medicina de Cuba" destaca o presidente do SEEB/SE, José Souza.
SEEB-SE

