Bancários do Mercantil cobram proteção à saúde e melhorias na PLR
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) e a direção do Banco Mercantil do Brasil (BMB) se reuniram na terça-feira (20/4) para debater os programas próprios de Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR), auxílio educacional , controle alternativo de jornada de trabalho, ponto eletrônico e a adoção de protocolo de enfrentamento à Covid-19.
No encontro, os representantes dos trabalhadores cobraram do banco uma contraproposta para a PLR, que leve em conta a redução nas metas de lucro e despesas, o fim da compensação do programa próprio na PLR da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e a adoção de mecanismos para incrementar os valores a serem recebidos pelos bancários com salários menores. Na avaliação da COE, o programa do banco beneficia os altos salários.
Os representantes do Mercantil anotaram as observações e se prontificaram a levar à demanda para diretoria executiva do banco.
Os bancários reivindicaram também a adoção de medidas para garantir a saúde dos funcionários e clientes, diante do agravamento da pandemia da covid- 19. Isso é ainda mais importante para o Mercantil que atua mais diretamente com o pagamento de benefícios do INSS.
Não houve tempo para realizar o debate sobre o controle alternativo da jornada e o auxílio educacional, que devem ser debatidos na próxima reunião com o banco, agendada para o dia 29 de abril. No mesmo dia o banco deve trazer a resposta sobre as propostas referente à PLR e ao protocolo de segurança e saúde dos trabalhadores e clientes.

