Paralisação dos bancários cresce no interior da Bahia
Assim como em Salvador, os bancários do interior da Bahia dão um verdadeiro exemplo de união durante a greve deste ano. Centenas de agências do Estado estão com as portas fechadas e só vão reabrir quando o setor mais lucrativo da economia valorizar a categoria e a sociedade, ambos responsáveis pelo lucro de quase R$ 30 bilhões no primeiro semestre.
Desde quinta-feira, quando a paralisação começou, as unidades de Camaçari, Adustina, Alagoinhas, Amélia Rodrigues, Caetité, Catu, Cícero Dantas, Conceição do Coité, Correntina, Cruz das Almas, Dias D´Ávila, Entre Rios, Cipó e Antas estão sem funcionar.
O movimento é forte também em Euclides da Cunha, Guanambi, Itapicurú, Itaparica, Lauro de Freitas, Mata de São João, Nazaré das Farinhas, Olindina, Nova Soure, Irará, Paripiranga, Paulo Afonso, Pojuca, Ribeira do Pombal, Santo Antonio de Jesus, Seabra, Serrinha, Simões Filho, Taperoá, Tucano, Uauá, Utinga e Valente.
Bancários de Vera Cruz, Cansanção, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Barreiras, Jacobina, Jequié, Itabuna e Juazeiro também estão com os braços cruzados e assim vão permanecer enquanto não houver uma proposta decente.
SEEB-BA

