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Juros do cartão caem pela metade mas ainda prejudicam consumidores

Os juros do rotativo do cartão de crédito caíram mais que a metade no mês de agosto em comparação com o mesmo período do ano passado: indo de 446,5% para 221,4% ao ano. Porém, apesar da queda, os valores ainda estão altos e fazer dívida no cartão é um hábito que deve ser evitado, segundo informações de especialistas.

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Para quem não pagou nem o valor mínimo sugerido, os juros caíram bem menos em relação ao ano anterior: foram de 514,9% para 506,1% ao ano. Considerando a média dos dois tipos de juro, os cartões também tiveram redução expressiva, comparando com 2016: caíram de 482,7% para 397,4% ao ano.

Em relação ao mês anterior, os juros tiveram pouca variação em agosto. A taxa do rotativo para quem pagou o mínimo caiu de 223,8% para 221,4% ao ano, e para quem não pagou nem o mínimo, subiu de 504% para 506,1% ao ano.

Novas regras do cartão

Desde 3 de abril, o consumidor só pode usar o rotativo do cartão por, no máximo, 30 dias. Após esse período, o banco deve apresentar uma proposta mais vantajosa para o cliente, como o crédito parcelado, no qual você define o número de prestações na hora da aquisição. Nesse caso, os juros são mais baixos que no rotativo, mas ainda assim altos.

Antes, se o consumidor não pagava o valor total da fatura do cartão de crédito, a dívida era jogada para o mês seguinte, por meio do chamado crédito rotativo. Isso acontecia mês a mês, sucessivamente, com a cobrança de juros sobre juros, transformando a dívida numa bola de neve.

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