Lei torna obrigatória flexão de gênero em diplomas para mulheres
Geralmente, o masculino é o gênero utilizado pelas instituições de ensino para denominar profissão ou graduação. A partir de agora, o documento deve dizer médica, engenheira, enfermeira, técnica, administradora e bibliotecária, por exemplo. As pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições outra emissão gratuita dos diplomas, com a devida correção.
A lei de autoria da então senadora Serys Slhessarenko foi
sancionada depois de passar pela Câmara e pelo Senado. De acordo
com Serys, a lei atende uma reivindicação antiga do movimento feminista e
deve flexionar o gênero de acordo com a versão feminina da palavra, ou
apenas acrescentar o artigo feminino "a", como "a bacharel". "Antes era
predominante a presença dos homens no ensino superior, mas hoje a
predominância é de mulheres", afirma a autora da lei.
*IG

