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Preços das patentes atrasam tratamentos contra a Aids

De acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira (21/7) pela organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) mostra que patentes farmacêuticas impedem a redução de preços dos tratamentos modernos de HIV.

A terapia de resgate é destinada a pacientes portadores do vírus HIV que tem os sintomas da AIDS, com infecções oportunistas, por exemplo. O tratamento de primeira linha é o primeiro indicado a quem recebe o diagnóstico de HIV positivo. Já o de segunda linha é para quem não se adaptou ao primeiro.

A 18ª edição do relatório do MSF sobre preços de medicamentos para HIV, foi lançado na Conferência Internacional de Aids, que está sendo realizada em Durban, África do Sul.

Os preços de medicamentos mais antigos para HIV continuam caindo, por conta da competição dos fabricantes de genéricos, mas os valores dos remédios mais novos continuam fora do alcance da maioria da população.

Atualmente, o menor preço disponível para um medicamento de qualidade reconhecida, recomendado pela Organização Mundial de Saúde, para o tratamento de primeira linha, é de US$ 100 por pessoa por ano. Já para o tratamento de segunda linha, o menor preço disponível atualmente é de US$ 286 por pessoa por ano. Enquanto isso, o preço da terapia de resgate diminuiu 7% em relação a 2014, quando custava US$ 2.006 por ano.

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