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Setor de serviços cai 4,4% nos cinco primeiros meses do ano

Nos primeiros cinco meses do ano (janeiro a maio), o setor de serviços fechou com queda acumulada de 4,4%, frente aos cinco primeiros meses de 2016. Apesar de maio ter fechado com expansão de 0,1%, o setor ficou, praticamente, estagnado em relação a abril na série livre de influências sazonais. O resultado dos últimos 12 meses representa queda maior de 4,7%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (12/7) pelo IBGE e constam na Pesquisa Mensal de Serviços. Os dados indicam que na comparação com maio do ano passado o setor de serviços registra queda de 1,9%.

A pequena estabilidade em 0,1% de abril para maio, acontece após o crescimento de 1% em abril frente a março, portanto também na série dessazonalizada, e recuo de 2,6%, em março frente fevereiro.

Ainda na comparação com o mês de abril, a receita nominal do setor fechou maio com variação positiva de 0,3%. Na taxa acumulada nos cinco primeiros meses do ano, a receita nominal dos serviços avançou 1,3% caindo para 0,4% no acumulado dos últimos 12 meses, frente aos 12 meses anteriores. Na comparação com o mês de maio do ano passado houve avanço na receita nominal de 3,9%.

O setor de serviços é o de maior participação no produto e no emprego no Brasil. Este setor envolve diferentes ramos na contabilidade nacional: transportes, comunicações, comércio, instituições financeiras, administrações públicas etc.

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