Sindicato de Feira planeja defesa dos bancos públicos
Os diretores/delegados do Sindicato dos Bancários de Feira de Santana, junto ao Banco do Brasil, se reuniram na ultima terça-feira (19), na sede da entidade para discutir e planificar a luta em defesa dos bancos públicos contra os ataques do governo golpista de Michel Temer.

Reestruturação com fechamento de agências, Plano de Aposentadoria Incentivada, extinção de funções e setores, perda de funções, privatização, venda de ações ao Itaú, entre outros, são os ataques desferidos por esse governo golpista (PMDB/PSDB/DEM). O objetivo é retomar o processo de esfacelamento das empresas públicas iniciado no governo FHC para entregar as nossas riquezas e soberania para os bancos privados e o capital estrangeiro, apoiadores do golpe. Esse foi o tema da reunião.
A cada dia "novas" medidas maquiavélicas são implementadas contra os funcionários e clientes/usuários, principalmente, de pequeno porte. A última medida foi a implementação de senhas diferenciadas privilegiando clientes de alta renda, discriminando os pequenos clientes e, pior ainda, os usuários.
O Sindicato considera desumana e desrespeitosa essa atitude e irá encaminhar denúncia ao Ministério Público, Procon e orienta a sociedade para que exijam seus direitos e busquem também os órgãos competentes. Ficou deliberado que a entidade sindical irá promover uma série de ações para alertar os trabalhadores e clientes/usuários, além de denunciar aos órgãos competentes as medidas arbitrárias promovidas pelo BB.
Outra deliberação foi a vinda de Fábio Ledo, membro do COE BB e diretor do Sindicato da Bahia, para uma palestra em Feira de Santana, com data a ser definida, sobre a reestruturação do BB e os efeitos no quadro funcional.
"Iremos às ruas alertar e orientar a população para que lutem junto ao Sindicato e aos bancários por respeito e pela defesa das empresas públicas e também conclamar os bancários para lutarem na defesa do emprego e das condições de trabalho hoje totalmente precarizada pela redução do quadro, aumento da demanda e a pressão desumana para o cumprimento de metas exorbitantes, o que tem aumentado, de forma exagerada, o adoecimento dos trabalhadores", disse Sandra Freitas, presidenta do sindicato.
Fonte: SEEB/Feira

