Demissão "humanizada" é a mais nova ideia da gestão do Itaú
Maldade pouca é bobagem no Itaú. Como se não bastasse ameaçar os funcionários através da pressão por metas abusivas, o banco resolveu agora inovar e inventar um novo jeito de tortura, ao adotar a demissão “humanizada”, que consiste em avisar ao trabalhador de que ele será demitido dali um tempo.
O banco defende que esta é uma forma do bancário não ser pego de surpresa com a demissão e ter tempo para buscar a realocação. Como se isso reduzisse o impacto da perda do emprego para o trabalhador.
Ainda segundo o Itaú, a demissão “humanizada” será implementada pelo banco em áreas que passarão por reestruturação, extinção de cargo ou impossibilidade de continuar exercendo a função.
Um exemplo desta prática, é uma área que será encerrada pelo Itaú por conta de uma automação bancária. Há denúncias de que, mesmo com prazo estabelecido até 3 de abril para os bancários se realocarem, alguns trabalhadores já estão sendo avisados que serão demitidos na data limite para realocação, inclusive com orientação para que estas pessoas batam o ponto normalmente, mas não trabalhem, uma vez que serão desligadas.
Só mesmo gestores de um banco para imaginar, que ser avisado da demissão com antecedência é humanidade.
