Bancários comemoram o 28 de Agosto em Conquista
O Sindicato dos Bancários de Conquista e Região
comemorou, em grande estilo, o Dia Nacional dos Bancários, na última
sexta-feira, 28 de agosto. Os bancários compareceram e se
confraternizaram. Na oportunidade, além da solenidade festiva, houve divulgação da Campanha Salarial 2009. Também, teve a entrega dos brindes (um pen drive de / 2 gigas) para quem conseguiu completar o álbum de figurinhas "Inovar é". Em seguida aconteceu a apresentação musical de "Bil dos Teclados" e alguns bancários também deram uma canja.
Para o presidente do Sindicato, Delson Coêlho, essa
data é muito significativa, pois, é marcada por importantes momentos de luta.
"Ela deve servir de inspiração e incentivo para que os bancários continuem a
buscar melhores dias".História - Há 58 anos, no dia 28 de agosto de 1951, a categoria bancária iniciava uma das mais longas e vitoriosas greves dos seus 84 anos de história: após 69 dias de paralisação, os banqueiros acabaram concedendo 31% de aumento. Os trabalhadores de São Paulo foram os únicos em todo o Brasil a manterem suas reivindicações e não aceitaram a proposta de apenas 20%, oferecida inicialmente pelos bancos. Decidiram parar e acabaram dando início ao movimento que marcaria o Dia do Bancário.
Jornada de 6 horas, fim do trabalho aos sábados, convenção coletiva nacional, participação nos lucros e resultados, além de outros direitos foram duramente conquistados. A incorporação do vale - refeição na Convenção coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária completa 18 anos nessa Campanha Nacional de 2009. Vale ressaltar que essa conquista foi consequência de uma intensa mobilização no ano de 1991, com duas greves, em março e setembro. A luta à época resultou na unificação do direito para todos os bancários, pois os bancos só concediam o benefício aos funcionários que trabalhavam oito horas.
Temos conquistas históricas conseguidas apesar da perseguição, repressão e truculência de banqueiros e bancários que às vezes se acham donos do banco. O momento atual exige de todo a categoria renovação da luta para que as relações de trabalho sejam mais justas, humanas e sustentáveis; o emprego, perene e os bancos cumpram com a sua responsabilidade social.
