Bancos cortam empregos e precarizam serviços
Apesar dos lucros bilionários, os bancos continuam demitindo trabalhadores e precarizando o atendimento aos clientes. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, as instituições financeiras eliminaram 2.135 empregos nos primeiros quatro meses do ano, sendo 886 apena em abril.
Em contrapartida, cresce a insatisfação dos clientes com o serviço prestados pelos bancos. Agências lotadas, demora no atendimento e as altas taxas de juros cobradas nas diversas modalidades de crédito são as principais reclamações dos usuários.
Os empregados também se queixam da sobrecarga de serviço, da pressão por metas, falta de segurança e ações para melhorar as condições de trabalho. Estes serão temas importantes a serem discutidos na campanha salarial dos bancários, que está em curso, e constarão da pauta de reivindicações da categoria a ser entregue aos dirigentes dos bancos públicos e privados.
