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Bancos não chegam aos mais pobres

A inclusão financeira da população de baixa será uma das prioridades do Banco Central nos próximos anos. Para o novo presidente do órgão, Alexandre Tombini, esta é uma questão fundamental para acabar com a desigualdade social no Brasil. O BC reconhece ainda que existe uma certa resistência das instituições financeiras a esta inclusão dos mais pobres e que o tratamento a este público ainda deixa a desejar.

Para o Sindicato da Bahia, as altas tarifas cobradas pelos bancos e as dificuldades na concessão de crédito são fatores que afastam a baixa renda destas empresas. Somam-se a isto ainda, a falta de interesse das instituições financeiras em instalar agências em pequenas cidades e locais mais afastados dos grandes centros.


Sem medidas para baixar as taxas, facilitar o crédito e o acesso aos postos de atendimento, a bancarização dos mais pobres continuará difícil.



Fonte: Sindicato da Bahia

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