Banese não apresenta proposta de reajuste
O Banco do Estado de Sergipe - Banese - continua desrespeitando seus
funcionários fazendo ‘pouco’ da Minuta de Negociação dos Baneseanos. No
último dia 22, o Sindicato dos Bancários realizou uma manifestação em
frente ao Centro de Processamento de Dados do banco –CPD/DIA - para
forçar a negociação. A reunião ocorreu, mas sem nenhum avanço.
Na verdade a negociação não aconteceu; o que houve foi enrolação, já que a diretoria do Sindicato foi recebida apenas pelo presidente do banco, Saumíneo Nascimento.
Apesar dos 94% de lucro apresentado no primeiro semestre pelo Banese, a diretoria do banco até agora não apresentou nenhuma proposta de reajuste para os baneseanos.
Diferentemente do Banese, o Banco Regional de Brasília – BRB – na última segunda-feira (26), antes de começar a greve, apresentou contraproposta de reajuste salarial de 13% nos pisos de VP, extensivos aos CP/VPs, anuênios e quinquênios, além de reajuste geral de 8,5% sobre as demais verbas.
Além disso, o BRB ofereceu acréscimos nos conjuntos de ticket e cesta-alimentação, cujos valores passam de R$ 795,96 para R$ 900, equiparando a cesta à proposta nacional da Fenaban. “Nós temos feito de tudo para que haja negociação, mas o banco está protelando. Chegou a hora de a gente dar a resposta”, afirma o diretor do SEEB/SE e funcionário do Banese Luiz Alves (Lula).
E a
resposta é ampliar ainda mais a mobilização para que a paralisação no
Banese cresça ainda mais como nos demais bancos. “O Banese está
completando 50 anos, bateu recorde de lucro, deveria valorizar seus
funcionários, mas o que vemos é descaso e a consequente insatisfação por
parte dos baneseanos”, acrescenta o diretor do SEEB/SE Augusto Cezar.
