BB se recusa a discutir proposta sobre a Cassi
O Banco do Brasil se recusou a discutir a proposta de solução para a Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), elaborado pelos participantes do Encontro Nacional de Saúde dos Funcionários, ocorrido no dia 28 de setembro.
Na resposta enviada à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), o banco afirmou que a análise da proposta foi prejudicada pelo pouco tempo que a entidade tem para apresentar uma solução final para o problema, devido procedimento de Direção Fiscal em andamento por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “O Banco do Brasil só tem como analisar propostas que atendam às premissas e limites amplamente discutidos com as entidades representativas dos funcionários e aposentados ao longo deste ano de 2019”, diz o ofício do banco.
Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga., o banco não pode ser inflexível. “O BB tem funcionários altamente capacitados, com amplas possibilidades de tornar a proposta ainda melhor, tanto para os associados, quanto para o banco e salvar a Cassi”, ressaltou.
Solução em construção
Na última reunião do Conselho Deliberativo, os conselheiros, por unanimidade, definiram que a Diretoria Executiva e o corpo técnico da Cassi contribuam para que as entidades de representação dos funcionários construam uma solução para a situação da entidade.
Em virtude do curto prazo para que se encontre a solução, as entidades de representação dos funcionários e a diretoria executiva da Cassi mantiveram reuniões anteriormente definidas, mesmo durante a análise da proposta criada pelo grupo de 26 funcionários.
As reuniões começaram na terça-feira (8), com a análise dos dados atualizados sobre a situação econômico-financeira da Cassi, e prosseguem até quinta-feira (10), com reflexões sobre uma solução que seja aceita pelos associados e pelo banco e possibilite o resgate da Caixa de Assistência dos Funcionários.
Com informações da Contraf.
