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Caos em agências bancárias de Sergipe do interior e da capital

Agencia_Banese_Siriri_2_MG_8757 Os bancos ganham muito dinheiro, mas se preocupam pouco com os clientes e empregados. Semanalmente, a Diretoria do Sindicato dos Bancários de Sergipe visita as agências bancárias do interior e da capital. O cenário nas unidades demonstra a falta de responsabilidade e de compromissos dos banqueiros com a população e os bancários. Não raro, predomina o contingente reduzido de funcionários para atender o elevado número de clientes.

Algumas agências funcionam em prédios inadequados e insalubres.
Há situações em que clientes e bancários têm que conviver com reformas em pleno dia a dia de trabalho. “Não podemos esquecer aqueles bancos que impõem aos funcionários o transporte de numerário e outros que não estão nem aí para a questão da segurança”, alerta José Souza, presidente do SEEB/SE.

Para citar alguns exemplos: obra paralisada do prédio da Caixa, em Nossa Senhora do Socorro; Banese Siriri: reforma da agência em pleno funcionamento bancário; BB São José: reforma da área de auto-atendimento e redução no número de pessoal de limpeza; Banese: Agência José Figueiredo: reforma durante o expediente, inclusive com trânsito de operários em áreas de tesouraria. 

A conclusão é simples: os bancos são as empresas laboratórios do grande capital para extrair a taxa de exploração. E como ‘o mar não está pra peixe’ em matéria de lucro, eles transferem o peso da conta para o ombro dos trabalhadores com metas abusivas e todo tipo de assédio moral. Os trabalhadores têm que responder com ação organizada, participando ativamente de seus sindicatos.

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